Universidade do Brasil

Carlos Alberto Aragão de Carvalho (1924–1982) e o início do curso de Matemática na Universidade do Brasil

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Informações: acm@acm-itea.org

O desenvolvimento da matemática brasileira entre as décadas de 1930 e 1950 destaca um período crucial para a formação e consolidação dessa disciplina no país. Durante esse tempo, a matemática começou a ganhar reconhecimento e ser estruturada academicamente, especialmente na Universidade do Brasil, que se tornou um importante centro de pesquisa e ensino. Os primeiros matemáticos brasileiros a se destacarem nesse contexto incluem Maria Laura Mouzinho Leite Lopes (1917 – 2013), José Abdelhay (1917-1996), dentre outros. Há avanços e retrocessos ao longo do caminho percorrido pelos desbravadores que buscavam desenvolver as pesquisas em matemática no Brasil. Havia disputas políticas por espaço e poder na Universidade do Brasil. O professor responsável por uma cátedra podia ser um grande impulsionador para o progresso da ciência, mas na realidade brasileira, em específico no caso da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil (FNFi-UB) o catedrático emperrava esse desenvolvimento.
  • Quem foi Carlos Alberto Aragão de Carvalho (1924-1982)?

Aragão, foi um dos matemáticos que ficou esquecido na história da matemática brasileira. Mas, por meio de sua trajetória profissional e científica é possível entendermos o desenvolvimento da matemática brasileira, sendo a sua participação importante neste cenário. Esse matemático nasceu em Teresina, no Piauí, mas passou seus primeiros anos de vida em São Luís, no Maranhão. Em 1944 iniciou seus estudos na FNFi, cursando matemática. Em 1946, se formou em bacharel em matemática e no ano seguinte começou a trabalhar como auxiliar de ensino nesta faculdade.

  • Criação de instituições

Alguns desafios foram enfrentados pelos matemáticos brasileiros, como a falta de recursos e a necessidade de intercâmbio com instituições internacionais. Através de esforços conjuntos, esses matemáticos foram fundamentais para o desenvolvimento da matemática no Brasil, estabelecendo bases que influenciaram gerações futuras e contribuindo para a formação de uma identidade matemática nacional. Apesar dos problemas enfrentados, conseguiram criar instituições importantes como o Núcleo Técnico Científico de Matemática, na FGV; o Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), o Núcleo de Estudos e Pesquisas Científicas (NEPEC), na FNFi; O CBPF e o IMPA, dentre outras.

  • Circulação de matemáticos

A vinda de matemáticos estrangeiros para ministrar cursos, palestras, seminários e afins, muito contribui para o desenvolvimento de pesquisas e na formação de matemáticos brasileiros. O português António Aniceto Monteiro foi um dos matemáticos estrangeiros que muito contribuiu para o avanço nas pesquisas brasileiras em matemática. Ele foi contratado para trabalhar na FNFi na segunda metade da década de 1940 e influenciou alguns matemáticos brasileiros e orientou alguns trabalhos de estudantes dessa faculdade.


1. Evoluções históricas

Carlos Alberto Aragão de Carvalho (1924–1982) participou ativamente dos primeiros esforços de consolidação da pesquisa matemática no Rio de Janeiro, período em que a área ainda era incipiente no Brasil. Sua formação culminou em doutorado na Universidade de Houston sob supervisão de David Bourgin, o que lhe conferiu sólida base internacional. Na Universidade do Brasil, que posteriormente viria a se transformar na UFRJ, Aragão trabalhava num ambiente acadêmico emergente, na Faculdade Nacional de Filosofia e na Escola Nacional de Engenharia (FNFi‑UB). O histórico institucional incluiu a criação dos primeiros departamentos de Matemática da antiga Universidade do Brasil, com reformulações profundas a partir da década de 1960.

Em meados do século XX, o curso de Matemática da Universidade do Brasil assumiu caráter pioneiro no país, tendo sua primeira turma formada em 1941 pela FNFi‑UB. A trajetória se insere no contexto da reforma universitária de 1966 que transferiu o curso do ensino filosófico para o Instituto de Matemática, formalizado em 1964 e reestruturado em 1967–1970. Nesse momento, matemáticos como António Aniceto Monteiro, Manoel Teixeira da Silva Filho e Mauricio Matos Peixoto colaboravam no cenário nacional e participaram dos primeiros colóquios brasileiros de matemática, nos quais também se encontrava Aragão. As mudanças institucionais pontuaram a evolução de curso formador de professores e bacharéis em Matemática no Rio de Janeiro.

Assim, o ambiente em que Aragão atuou incluía estruturas acadêmicas emergentes, com FNFi‑UB desempenhando papel central no início do curso de Matemática e posterior criação do Instituto de Matemática da UFRJ. As reformas reformularam currículos, direcionaram pesquisa e definiram o perfil dos egressos, incluindo formação docente e atuação científica. A convergência entre a formação nacional e o retorno de doutorados formados no exterior, como Aragão, favoreceu a institucionalização da pesquisa em Matemática no país. Esses processos históricos fundamentaram o desenvolvimento da matemática brasileira nas décadas seguintes.

2. Perspectivas científicas

Aragão ingressou na pesquisa matemática com foco em topologia e teoria de espaços fibrados, publicando artigos como Sur les obstacles réduits de H. Hopf nos Comptes Rendus em 1953‑1958. Sua produção científica incluiu estudos sobre classes de Smith e imersões em fibrados, o que refletia o estado da arte na matemática algébrica e topológica da época. Ele representou uma conexão entre a tradição acadêmica brasileira e as correntes internacionais em matemática abstrata, principalmente as francesas e americanas. A colaboração com centros internacionais contribuiu para elevar o nível científico do meio acadêmico no Rio de Janeiro.

A perspectiva científica de Aragão envolvia não só a pesquisa teórica, mas também a formação de uma geração de matemáticos capazes de diálogo com a comunidade global. O contexto nacional demandava desenvolvimento de pesquisa teórica em paralelo à formação docente, visão que ele compartilhava com outros matemáticos da FNFi‑UB e da UFRJ. Sua trajetória enfatizou a importância de integração entre ensino e pesquisa como base para o avanço científico no país. Nesse sentido, Aragão destacou-se por inserir o Brasil em redes de colaboração internacional.

Por fim, sua atuação antecipou tendências que se consolidariam em programas de pós‑graduação em Matemática no Brasil, com exportação e retorno de pesquisadores estrangeiros estudados e orientação de alunos. Aragão contribuiu para a fundação de uma cultura acadêmica orientada à pesquisa dentro do curso de Matemática da Universidade do Brasil. Sua perspectiva reforçava a síntese entre rigor teórico e formação de pesquisadores brasileiros aptos a publicar internacionalmente. Foi, portanto, um vetor de profissionalização acadêmica e de integração ao circuito científico global.

3. Enfoques experimentais

Embora atuasse em matemática pura, Aragão favorecia abordagens com aplicação de métodos computacionais e numéricos, especialmente após seu doutorado nos EUA. O conhecimento adquirido permitiu-lhe introduzir no Brasil técnicas modernas como o método de Monte Carlo em teorias de campos e mecânica estatística. Esse enfoque experimental-teórico era inovador no contexto brasileiro dos anos 1960‑1970, num período anterior à institucionalização da pós‑graduação em matemática. Ele colaborou com pesquisadores nacionais e estrangeiros em questões que exigiam simulação e rigor numérico.

A presença desse enfoque no curso de Matemática da então Universidade do Brasil foi reforçada por Aragão ao atuar em coautorias e ao inspirar alunos a aplicar teoria matemática a problemas com modelagem computacional. Seu perfil científico conciliava abstração topológica e habilidade para lidar com implementação numérica. Autores como Clovis Pereira da Silva ressaltam que a consolidação da pesquisa matemática no Brasil dependia de tais abordagens sinérgicas entre teoria e prática. A influência de Aragão nesse sentido foi significativa para a evolução dos currículos e dos projetos de pesquisa na UFRJ.

A introdução de técnicas experimentais na pesquisa matemática brasileira, mesmo que limitada nos anos iniciais, começou a se consolidar com o retorno de pesquisadores formados no exterior, como Aragão. Essa abordagem se refletiu nos temas de dissertações e teses orientadas por ele ou emergentes do contexto que ajudou a estruturar. O uso de métodos numéricos em áreas como teoria de campos, teoria de imersão e classes características expandiu os horizontes da matemática nacional. Assim, seu legado técnico inspirou transformações nos enfoques de pesquisa da UFRJ e de outras instituições.

4. Aplicações e utilidades

Apesar de centrado na matemática abstrata, o trabalho de Aragão teve repercussões em áreas aplicadas, como física e engenharia, por meio do uso de teoria de campos e mecânica estatística. Seu uso de métodos da cromodinâmica quântica e teoria de polímeros demonstra aplicação prática em física estatística e ciência de materiais. Os resultados de suas pesquisas foram publicados em periódicos como Journal of the London Mathematical Society e Anais da Academia Brasileira de Ciências, tornando-se referência para aplicações interdisciplinares. Aragão mostrou que a matemática pura pode subsidiar avanços em outras ciências.

Essas aplicações repercutiram no curso de Matemática da Universidade do Brasil ao demonstrarem a relevância prática de conteúdos muitas vezes considerados abstratos. A formação de estudantes com percepção da aplicabilidade teórica ampliou o alcance do curso para além da formação docente tradicional. Seu perfil incentivou a introdução de disciplinas com conteúdos mais aplicados e interdisciplinares no currículo. Outros matemáticos contemporâneos, como Clóvis Pereira da Silva, destacam essa necessidade de vincular teoria e prática no ensino superior brasileiro.

Dessa forma, as investigações de Aragão abriram caminhos para que a matemática ensinada na UFRJ fosse vista como ferramenta útil para física, engenharia e ciências exatas em geral. Isso impulsionou projetos de pesquisa interinstitucionais e colaborativos no Rio de Janeiro. O traço marcante foi estabelecer um vínculo entre a tradição acadêmica brasileira e demandas tecno-científicas emergentes. Sua contribuição ajudou a legitimar o curso de Matemática como formador de profissionais aptos a atuar em múltiplos setores.

5. Relevância na Educação Básica

A atuação de Carlos Alberto Aragão de Carvalho teve impacto indireto significativo sobre a Educação Básica no Brasil, ao formar professores licenciados com profundo conhecimento matemático. O curso de Licenciatura em Matemática da Universidade do Brasil, criado em 1939, ganhou corpo e rigor científico com a presença de pesquisadores como Aragão na UFRJ. Profissionais formados nesse ambiente foram inseridos na rede básica de ensino, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino de matemática no país. A associação entre formação superior e ensino básico representou avanço pedagógico essencial.

Autores como Circe Mary Silva destacam o papel da Faculdade Nacional de Filosofia na formação de professores e pesquisadores de matemática, enfatizando que a presença científica no curso fortaleceu sua relevância para a educação básica. A trajetória de Aragão reforça esse modelo de formação que alia capacitação teórica e consciência social do docente. O perfil dos egressos formados nesse contexto incluía conhecimento cultural, social e político da educação, conforme os princípios da Faculdade Nacional de Filosofia. Essa abordagem foi determinante para a influência do curso de Matemática da Universidade do Brasil sobre os níveis iniciais de ensino.

Em última análise, a relevância de Aragão e do curso que ajudou a institucionalizar estende-se à formação de professores capazes de transmitir matemática com rigor e sensibilidade. A estrutura curricular, reforçada pela presença de pesquisadores de nível internacional, elevou o prestígio e a eficácia da licenciatura. O resultado foi um impacto positivo nas redes públicas e privadas brasileiras, sobretudo nas décadas seguintes. Assim, Aragão contribuiu para promover uma Educação Básica melhor fundamentada cientificamente.

  •  Universidade do Brasil

Na época em que Carlos Alberto Aragão de Carvalho atuou, a Universidade do Brasil era a principal instituição de ensino superior do país, localizada no Rio de Janeiro. Originada em 1939 com a Faculdade Nacional de Filosofia (FNFi‑UB), ali foram instituídos os primeiros cursos de Matemática em nível de licenciatura e bacharelado. A FNFi‑UB foi ponto de convergência entre pesquisa e formação docente, reunindo matemáticos importantes da época. Depois, o curso foi transferido para o Instituto de Matemática da UFRJ, criado oficialmente em 1964 e reestruturado até 1970 pelas reformas universitárias.

A Universidade do Brasil, mais tarde UFRJ, foi palco de transformações administrativas e acadêmicas que redefiniram o ensino de exatas no Brasil. A reforma universitária de 1966 (Decreto‑lei n. 53) promoveu a descentralização e autonomia das unidades, reforçando a formação científica regional. O Instituto de Matemática tornou‑se referência nacional pela qualidade do corpo docente e pesquisa, conectado a redes internacionais. Esse ambiente institucional foi onde Aragão desenvolveu sua carreira acadêmica.

Além disso, reitores e figuras como Inácio Manuel Azevedo do Amaral fundaram as bases autonomia e da cidade universitária, preparando o terreno para a expansão dos cursos de Ciências Exatas. Amaral, reitor da Universidade do Brasil, incentivou a formação de infraestrutura acadêmica que possibilitou a criação dos Departamentos de Matemática dentro da FNFi‑UB e depois do IM‑UFRJ. Foi neste contexto que surgiu o curso de Matemática, integrando licenciatura e bacharelado. A tradição acadêmica assentada por essas figuras influenciou os rumos dos cursos nos anos seguintes.

O legado da Universidade do Brasil perdura na configuração atual da UFRJ, com cursos consolidados de graduação e pós‑graduação, e um instituto dedicado à Matemática. A transformação institucional permitiu que pesquisadores como Aragão formassem gerações de matemáticos e professores com base sólida. A integração entre ensino e pesquisa tornou‑se marca do IM‑UFRJ. Portanto, a Universidade do Brasil foi palco decisivo para o surgimento e consolidação do curso de Matemática no país.

Referências bibliográficas

ARAÚJO, Fábio Ferreira de. A influência e a importância de António Aniceto Monteiro para o desenvolvimento da Matemática no Brasil. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática). Instituto de Matemática, Universidade Federal do Rio de Janeiro — UFRJ, Rio de Janeiro, 2009.

______. A contribuição de Lélio Gama no processo de construção de uma nova identidade para a ciência no Brasil. Tese (Doutorado em Ensino de Matemática). Instituto de Matemática, Universidade Federal do Rio de Janeiro— UFRJ, Rio de Janeiro, 2019.

CARVALHO, Raphael Alcaires de; VIDEIRA, Antonio Augusto Passos. A Trajetória Profissional e Científica de Carlos Alberto Aragão de Carvalho (1924–1982). Revista Brasileira de História da Matemática, São Paulo, v.22, n.44, p.61–84, 2022.

INÁCIO MANUEL AZEVEDO DO AMARAL. Biografia e atuação como reitor da Universidade do Brasil. Disponível em Wikipedia pt‐br, acesso em 2025.

CARVALHO, Raphael Alcaires de. O Ensino e a Pesquisa em Matemática no Rio de Janeiro em meados do Século XX: a trajetória acadêmica de Carlos Alberto Aragão de Carvalho (1924–1982). Tese (Doutorado em Ensino de Matemática). Instituto de Matemática, Universidade Federal do Rio de Janeiro — UFRJ, Rio de Janeiro, 2021.

SILVA, Circe Mary Silva da. Abandonando o amadorismo — formação de professores de matemática nas faculdades de filosofia no Brasil. In: XI Encontro Nacional de Educação Matemática— SBEM, 2013, PUC, Curitiba, PR.

SILVA, Clovis Pereira da. Início e consolidação da Pesquisa em Matemática no Brasil. 2ª edição revista e aumentada. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2013.

UFRJ. Licenciatura em Matemática: histórico da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil. Portal IM‑UFRJ, acesso em 2025.

UFRJ. Instituto de Matemática da Universidade Federal do Rio de Janeiro: histórico e evolução institucional. Wikipedia pt‑br, acesso em 2025.

VIDEIRA, Antonio Augusto Passos. António Aniceto Monteiro no Brasil (1945-1949): Uma breve passagem

Raphael Alcaires de Carvalho

Possui doutorado em Ensino e História da Matemática e da Física (Pemat) UFRJ (2021), mestrado em Ensino de Ciências e Matemática pelo CEFET – RJ (2007) e graduação em Licenciatura em matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002).

Atualmente é professor titular de matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRJ), campus Rio de Janeiro.

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/9937748393832515


Comentários

Muito boa a aula (Antonio Francisco Alves Rodrigues)
Aula bastante interessante. (Carlos Vinicius de Lima)
Ótima palestra (Claudia Maria Moro)
Excelente palestra histórica, parabéns. (Cláudio Firmino Arcanjo)
Achei a aula muito relevante, pois compreender a evolução histórica e os embates ao longo do tempo evidencia que os movimentos na educação não são neutros. Esse entendimento nos ajuda a interpretar os sistemas atuais e identificar neles resquícios do passado, relatado pelo professor. Além de que reconhecer e dar a devida importância a toda essa construção. (Djaina Sibiani Rieger)
Excelente (Fábio Ferreira de Araújo)
Parabéns pela excelente apresentação! (Flávio Maximiano da Silva Rocha)
Um panorama histórico fantástico dos cérebros matemáticos no país (Francisco Isidro Pereira)
Parabéns pela palestra, muito conhecimento compartilhado! Parabéns, obrigado por compartilhar o conhecimento! (Hailton David Lemos)
Excelente apresentação (Ivanildo da Cunha Ximenes)
Muito relevante o desenvolvimento da Matemática na universidade. (Jaqueline de Assis Carvalho)
Excelente palestra (Lineu da Costa Araújo Neto)
Parabéns professor Ricardo pela palestra que nos mostra como o nosso curso de matemática foi criado em nosso país. (Lucia dos Santos Bezerra de Farias)
Excelente palestra (Luiz José da Silva)
Muito boa essa História (Marcio Amélio de Jesus)
Excelente palestra! A História da Matemática Brasileira é apaixonante! Parabéns prof. Raphael! (Maxwell Gonçalves Araújo)
Parabéns professor Raphael! Meu sincero agradecimento pela excelente palestra. Suas palavras trouxeram inspiração e ampliaram nossa visão sobre o tema. Muito obrigado.
 (Miron Menezes Coutinho)
Relevantes informações sobre as pessoas envolvidas na criação do Curso de Matemática na Universidade do Brasil (Rosa Elvira Quispe Ccoyllo)
Parabéns ao expositor e aos organizadores; obrigada por compartilhar todas essas pesquisas. (Shila Antuanett Neciosup Salas)
Excelente aula! (Simone Souto da Silva Oliveira)

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